Existem organismos capazes de efectuar a autofecundação, isto é, efectua-se entre gâmetas produzidos pelo mesmo individuo, tratando-se assim também de um casa de hermafroditismo sufuciente (como a ténia) .

Porém na maior parte dos seres hermafroditas, a fecundação ocorre entre espermatozóides e óvulos produzidos em individuos diferentes, como acontece com a minhoca e o caracol. Estes são casos de hermafrodistismo insuficiente. Deste modo é assegurada uma maior variabilidade genética.

Nos animais em que ocorre unissexualismo, a união de espermatozóides com óvulos efectua-se de diversos modos, dependendo quer da mobilidade dos animais, quer do locar, meio aquático ou meio terrestre onde ocorre. Existem dois tipos principais de fecundação: externa e interna.
Fecundação externa - efectua-se em meio liquido e sucede na maioria das espécies aquáticas, como peixes, ou em seres vivos que procuram a àgua para a reprodução, como a rã.
Fecundação interna - efectua-se no interior do organismo da fêmea. O macho deposita os espermatozóides no interior do sistema reprodutor da fêmea, onde ocorre fecundação. Este tipo de fecundaçaõ é fundamentos nos seres terrestres, uma vez que os gâmetas não suportam a dessecação que se verifica em meio terrestre.
Na maioria das espécies, é o macho que, pelo seu comportamento, procura atrair a fêmea, realizando um complexo ritual que constitui a parada nupcial.